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Pedal no Vale Europeu – SC

13 de julho de 2016
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Pessoal, este vai ser um Post diferente, pois ainda está em construção, vou tentar alimentá-lo a cada dia, por um grande motivo: ainda estou curtindo este pedal!!!!

Saímos de Recife domingo dia 10 de julho/2016, as 6h da manha e voamos para Navegantes-SC, com conexão em SP.

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Já tínhamos reservado um transfer de Navegantes até Timbó, numa van para 19 lugares, pois apesar de sermos um grupo de 9 pessoas, tínhamos o mala-bike e as mochilas. Tudo certo, super tranquilo. Já vou passar o contato do responsável pelo serviço de transfer: Laercio Schaefer 047-91839415.

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Paramos logo na saída de Navegantes num self-service sem balança de comida caseira muito gostosa e preço justo: 18,00 reais por pessoa.

Em menos de 1 hora estávamos no Park Hotel Timbó (60km).

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A dona do hotel é ciclista e montou um esquema bem legal para montar, desmontar, lavar e armazenar a bike e a mala-bike.

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Temos um contato de um rapaz que entende bem de bike e montou as nossas (cobra entre 15 a 20 reais por bike). Além disto, ele pode dar um suporte se tiver alguma emergência no caminho. Vale a pena levar o celular dele! Alexandre Barreto: 047-88408902

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Jantamos na Choparia e restaurante Thapyoka, muito tradicional do centro da cidade, de onde teremos que partir no dia seguinte para o pedal do Vale Europeu. O restaurante é muito lindo e era onde funcionava uma casa de farinha.

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Não deixe de apreciar a ponte e o riozinho lindo que passa justo atrás do Thapyoka!

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E provem os pratos típicos da cozinha alemã: joelho de porco e o gulache.

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Dia 1: Timbó – Pomerode: 48 km

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A trilha é muito linda (nem precisa dizer quanto), mas a primeira parte foi bem desafiadora. Subimos, subimos. Fiquem tranquilos pois todo o trajeto é guiado por setas amarelas (nossas salvadoras quando, depois de uma dúvida se estamos no caminho certo, nos deparamos com uma delas!). Inclusive observamos que a distancia máxima entre as setas é sempre menos de 2 km: ou seja, se passar disto e não ver seta amarela, provavelmente vc está fora da rota!

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Paramos numa casa alemã tradicional de enxaimel (tipo de arquitetura muito famosa em madeiras inclinadas e preenchidas de barro e fezes de gado, para dar a liga e consistência). Inclusive aqui em Pomerode é a maior concentração de casas de arquitetura enxaimel fora da Alemanha. Fomos muito bem acolhidos pela família Sievet que vende vários produtos coloniais e nos proporciona uma gostosa conversa. Compramos palmitos e brócolis em conserva, cachaças feitas la mesmo de diversos sabores (açaí, coco, maracujá, etc), além de compotas de geléia e biscoitos.

E continuamos subindo…

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Chegamos em Pomerode as 15h e fomos direto para uma padaria Ripel fazer um “lanchinho” (40 metros da nossa pousada). Depois de um merecido banho fomos para o centro da cidade, conhecer um pouco do zoológico, da cervejaria Schornstein e do teatro municipal.

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Tivemos muita sorte de conhecer o vigia desta região, que inclusive fala, além de alemão (todos falam alemão por aqui), inglês e espanhol. Ele carinhosamente nos guiou (e também serviu de fotógrafo) pela região ao redor, enquanto os maridos se deliciavam degustando vários tipos de cerveja da cervejaria.

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A noite, por sorte, tivemos a alegria de participar da festa gastronômica anual de Pomerode.

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20160711_203307 Assim, pudemos experimentar a culinária alemã de restaurantes da região, em um só local e ainda participar de degustações incríveis. Ainda pudemos assistir uma apresentação de danças típicas alemãs e provar um maravilhoso apfel strudel!!!! 20160711_204318

Dormimos na pousada de dona Oma Helga, que recomendo pelo acolhimento e café da manha super completo. Pagamos 180 reais por quarto casal e o quarto oferece, além de wifi, material de higiene, chinelos e até roupão!

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Fica bem na rua principal, em uma ótima localização, e a 300 metros da fábrica da porcelana Schimidt. Claro que aproveitei e comprei umas foucinhas lindas!

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Dia 2: Pomerode a Rodeio : 78 km

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Na verdade, juntamos o dia 2 e o 3 pois, analisando o percurso do Vale Europeu, vimos que o dia 3 original: Indaial a Rodeiro, era bem plano, sem grandes dificuldades, e de apenas 22km. Achamos que poderíamos unir ao dia 2 (Pomerode a Indaial -45 km) e assim o fizemos. Realmente acho que vale o esforço, mas preciso dizer que não é fácil. De todo jeito, se vc não dispor de 7 dias e quiser encurtar um dia, com certeza tem que ser este!

Demos algumas entradinhas para ver as atrações do caminho (entre elas a ponte suspensa).

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Achamos super legal, mas não podemos esquecer que na ponte só pode passar um carro por vez e tem semáforo! Cuidado se for dirigindo pois pode ter o dissabor de ter que voltar de ré…. kkkk

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Nós também demos uma paradinha básica do almoço num lugar que recomendo muito (Hotel e Restaurante Mirim), pois tem um valor inacreditável: self service de comida caseira sem balança por 10 reais!

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No final fizemos quase 80 km e só chegamos as 17h na pousada Cama Café Stolf.

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A pousada é bem familiar, da D Irene e do esposo – super simpáticos e solícitos – e o filho Marcelo é quem responde pela parte de reservas. Os quartos são ótimos e o chuveiro é tudo de bom! Tem Wifi e serviço de lavagem de roupas (15 reais por rodada da máquina).

Jantamos (precisa ligar antes para reservar, mas pode ser no mesmo dia) num local fantástico: Vale das Trutas. Recomendo demais!!!!

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Há um menu pronto de trutas ou de tilápias, super completo, inclusive com pastas de tilápia, bolinhos fritos, isca de tilápias, ceviche, delicioso pão caseiro, polenta frita, saladas temperadas, muqueca de tilápia e 7 tipos de filés de trutas! Tudo por 45,00 reais por pessoa. Acompanhamos com vinho da região, da vinícula San Michele (daqui mesmo de Rodeiro – inclusive, se chegar cedo vale a pena uma visita, pois a vinícula é de propriedade de descendentes de italianos e já recebeu algumas premiações aqui no Brasil). A sobremesa é toda de picolés no palito de vários sabores da região, inclusive um strudel de amendoim, creme bávaro (creme de ovos com frutas vermelhas), torta alemã, cuca de banana, manjar branco, etc. Posso dizer que adorei a de amendoim!

A única dificuldade do local é o acesso, pois fica a cerca de 5 km do centro de Rodeio, numa zona rural. Mas, nem tudo é dificuldade, pois o Marcelo, da pousada, se prontificou a nos levar e nos buscar do restaurante.

Vou parando por aqui, mas amanhã tem mais!!!!!

Dia 3: Rodeio a Doutor Pedrinho: 58 km

As 7h da manha já estávamos provando o cafezinho feito com muito carinho por D Irene.

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Depois de um breve alongamento estávamos na estrada, com tempo bom e sem qualquer previsão de chuva!

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Logo na saída de Rodeio, no caminho da rota, encontramos no lado esquerdo a vinícula San Michele e no lado direito a Casa de Arte e Agricultura sustentável onde pode provar um delicioso suco de amora.

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Em menos de 1 km da saída, começa uma subida incrível de 8km. Prepare as pernas! Esta é uma subida desafiadora, mas é a mais forte do dia. Já nos últimos 10 km haverá mais 2 subidas íngremes, mas menos intensas.

No caminho passamos por um local chamado “Pequeno Paraíso”, que nos dá uma bela lição de fé: Um homem teve câncer aos 31 anos de idade e fez uma promessa para ficar curado, de construir vários anjos (64), um cristo redentor e 8 km de plantação de hortência ao longo da estrada. Basta dizer que hoje ele tem 86 anos!

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20160713_095330 Esta história foi contada por Solange, a sobrinha dele e ela ainda disse que se avisar antes ela prepara um café com lanchinho para os ciclistas. Ela não entende nada de tecnologia, mas alguém da família chamada Alice tem facebook e podemos mandar mensagem por ela! (face: aliceeccel). Inclusive ela disse que na época de Natal até meio de janeiro toda aquela região fica azul de hortênsias!!! A coisa mais linda de se ver!

Depois de 17km encontramos uma rota alternativa à  20160713_123901 esqueda, para a cachoeira do Zinco! É uma queda de 70 mts de altura, muito linda. A subida também não é nada desprezível. Considere seu preparo físico e se estiver bem, dê uma esticadinha de 8 km para ir e 8 km para voltar pelo mesmo percurso, pois vale a pena! Vc pode ter alguma dificuldade de encontrar o mirante, mas tem que deixar a bike e fazer uma pequena caminhada.

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No caminho encontramos a única igreja no estilo arquitetônico enxaimel do Brasil.

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Vou logo avisando por aqui que no dia de hoje a chance de encontrar algum lugar para comer ou beber no caminho é pequena, de forma que não façam o que nós fizemos: saímos despreparados de comida e lá pela tarde ja estávamos desesperados para comer algo… Mas, é nestas horas que nosso anjinho da guarda trabalha mais e encontramos uma espécie de Mercearia, (Ribeirão Liberdade) cerca de 30 metros da Igreja Enxaimel. Lá fizemos a farra: pastel de palmito, frango e queijo, rolinho de salsicha (todos fritos na hora) e linguiça e palmitos em conserva! A proprietária se chama D Elza Konell e como todos aqui fala muito bem o alemão e é super simpática! Ótimo para nos dar mais ânimo para continuar, pois subidas não faltam por aqui….

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Chegamos em Doutor Pedrinho as 16:30h, depois de muitas paradas para fotos! Definitivamente, lugar bonito não falta por aqui!

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A pousada que ficamos: Bella Pousada, é simplesmente uma graça! Fica no alto da cidade, com uma vista lindíssima!

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20160713_190830Tem 15 quartos, mas hoje só tínhamos nosso grupo de hóspedes. Tomamos um belo banho e ficamos na varanda apreciando a vista com um vinhozinho da vinícula local: San Michele.

As 19h foi servido um jantar saborosíssimo (incluído na diária de 250,00 reais o casal). Cansados e de barriga cheia, dormimos as 8:30h, pois o dia seguinte promete…. !

Dia 4: Doutor Pedrinho a Alto Cedros: 36 km

Tentamos sair cedo para fazer uma rota altenativa antes do nosso roteiro oficial pois queríamos muito conhecer o Santuário Ecológico de Nossa Senhora de Fátima.

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São 22 km (ida e volta), mas realmente vale a pena. Tem uma subida absurda passando por várias imagens do caminho do Cristo até chegar na gruta. Mesmo que vc empurre a bike (e ja fique sabendo que não será o único – também empurrei), repito: vale a pena!

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Tem muitas imagens de santos por todos os cantos e um livro de assinaturas. Além disto, ha uma cachoeira linda que pode ser visto de dentro e de fora da gruta.

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De volta a Pousada Bella Vista, pedimos para preparar um sanduiche la (realmente não aconselho, pois um sanduiche de pao e queijo custou 6,00). Muito melhor é ir ao supermercado, pertinho dali, junto do posto de gasolina, onde pode comprar uns lanchinhos para o dia do percurso. Só para lembrar que não ha lugar algum para comprar comida até a chegada ao destino.

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Optamos por fazer a rota via cachoeira do Véu da Noiva, mas nossos planos precisaram ser alterados devido as condições impraticáveis da estrada que estavam em obras. Era tanto barro e lama que as correntes e os pneus travavam.

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Tivemos que voltar tudo e fizemos o caminho pela cidade de Santa Maria.

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Antes lavamos as bikes no posto Shell da cidade, onde os moradores, sempre carinhosos, nos ajudaram.

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Neste último trajeto foram 36 km e como saímos muito tarde, chegamos no destino também tarde.

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O percurso foi bem difícil em termos de localização, pois não tinham setas de sinalização e tivemos que parar sempre que víamos uma alma viva para pedir ajuda. Do ponto de vista de beleza, foi maravilhoso! Pegamos uma neblina incrível e a sensação era de que estávamos chegando no céu!

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As subidas foram incríveis e as decidas também. Quando vimos a barragem de Alto Cedros nossa sensação de felicidade foi plena!

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A pousada Lindnerhof é fabulosa! Lá funcionava uma serraria e tudo de lá é de madeira – e de muito bom gosto. Fomos atendido pelo Sr Carlos que foi logo brincando: “a reserva de vcs é para amanha…” Quase caí de costas, pois fui eu quem fez todas as reservas e os pagamentos de 50% de todos os noteis do percurso. Não podia ser… Um milhão de coisas na minha cabeça e então ele me sorri e diz: estou brincando, estava esperando vcs! kkkkkkkk

Nao posso reclamar nada, pois eu também costumo fazer este tipo de brincadeira, mas que foi um susto, foi!

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O jantar e o café da manhã são muito bons.

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Compramos um vinhozinho lá mesmo, uns queijos coloniais e linguiças na mercearia a 400 metros da pousada. Um bom papo, as lembranças das aventuras do dia e um vinhozinho no clima frio do inverno da região, combinaram com uma lareira acesa no meio da sala.

A única coisa que precisa ser melhorado é a falta de opção para lavar as roupas do pedal. Seria maravilhoso uma maquina de lavar e secar, pois mesmo se lavássemos nossas roupas, o frio não deixa secar.

Dia 5: Alto Cedros a Palmeiras: 38 km

Saímos as 9h e decidimos pela rota via Mergulhão. O pedal não é tão difícil, mas cheio de altos e baixos.

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O percurso é bonito, mas pouco sinalizado. Basta dizer que vi apenas 3 setas amarelas no caminho.

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Paramos ao longo da via para tomar banho numa cachoeira que vocês podem tentar imaginar como era gelada… Mas refrescante!

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Também levamos sanduiches pois não ha nada de comida no caminho.

Chegamos cedo em Palmeiras, na Pousada Casa das Palmeiras (fiz a reserva com D Irene – 140,00 reais por pessoa, incluindo um lanche as 17h, o jantar as 20h e o café da manha.)

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A vista da pousada é linda! Palmeiras é uma cidade muito pequena e rural. A parte boa do percurso é que não tendo opção de fazer nada a noite, dormimos cedo e descansamos mais para o pedal do dia seguinte.

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Dia 6: Palmeiras a Timbó: 54 km

Choveu a noite inteira, com muitos trovões e relâmpagos. Acordamos as 7h e ainda chovia, tudo escuro e frio. Começou a dar um medinho do pedal de hoje, quando lembrávamos que teria a subida onde até a lagartixa cai para trás… Além disto, Marcelo estava bem gripado (acho que foi o banho da cachoeira de ontem) e todas as nossas roupas estavam molhadas (D Irene tinha máquina de lavar, mas não de secar e não secou nada pela chuva!).

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Comecei a achar que o pedal não seria prazeroso como deveria ser e pensei em desistir. Por outro lado, tinha o compromisso com o meu blog… Como poderia deixar de registrar o último dia??? Mas também não poderia virar refém do meu próprio blog… Era um dilema que se travava na minha cabecinha, até que a solução surgiu: o casal de amigos Gian e Cassandra resolveram ir e me prometeram fotos e relatos. Pronto! Estava resolvido!

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20160716_103458Assim, chamamos o Laercio (aquele do transfer do primeiro dia – o contato dele tá la no início) e ele nos cobrou 100,00 reais para transportar 4 pessoas e 4 bikes. Os outros 3 foram em outro carro e em menos de 40 minutos estávamos em Timbó.

20160716_085410O relato dos amigos corajosos: a chuva diminuiu e o frio desapareceu na primeira subida, dando lugar ao suor. Praticamente todo o percurso foi de descida, inclusive com 8 km de uma descida muito forte. A subida da lagartixa é muito íngreme realmente, difícil de ser alcançada com alforges. Todo o peso do corpo precisa ir para a frente da bike. Dura 1,8 km, mas o chão não estava tão ruim quanto havíamos imaginado.

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Para resumir, este não é o pior dia do circuito.

O circuito inteiro é muito bonito, vale a pena cada quilômetro rodado, paisagens lindas, provavelmente muito diferentes nas 4 estações do ano, mas igualmente espetaculares.

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Chamou muita atenção a hospitalidade do povo da região. As pousadas muito familiares, ainda tem um lado pouco profissional (principalmente do ponto de vista financeiro: muitas nem sabiam que eu tinha feito o depósito de 50% que eles sempre solicitam adiantado – tive que mostrar os comprovantes, além de não aceitarem cartão de crédito). Outro ponto que precisamos considerar é a falta de estrutura para lavagem de roupas. Uma coisa tão facilmente resolvida com uma máquina de lavar e secar, mas nos causou um pouco de transtorno, pois algumas vezes tivemos que pedalar com roupa suja do dia anterior – para mim é terrível, pois vamos concordar que pedalar fedido não é nada agradável, né? kkkkk Além disto, no último dia tínhamos máquina de lavar, mas a roupa não secou e pedalar com roupa molhada também não é das melhores opções, né?

Não deixe de comprar seu passaporte e o guia do circuito no primeiro dia em Timbó. Há duas opções: ou no Timbó Park Hotel (custa 16 reais) ou no restaurante Taphiokaria (custa 15 reais). E o mais importante, vá carimbando em todas as cidades do percurso, para no final receber o certificado de conclusão do circuito.

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Outro ponto curioso foi a falta de ciclistas no caminho. Basta dizer que só encontramos, durante todo o caminho de 6 dias, com 2 casais de ciclistas de Taubaté!

Mas, respirar o ar puro das montanhas, tomar um banho gelado das cachoeiras, ver as araucárias e os pinus da região e finalmente se sentir vitoriosa por mais uma conquista não tem preço mesmo!

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E para completar, já de volta a Timbó, de onde partiremos amanhã para a nossa labuta diária, parei num café pertinho do hospital da cidade e olhem só o que estava diante dos meus olhos:

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Adoraria saber se vc gostou e se as informações foram úteis! Se puder, deixe seu comentário!